Seguro viagem é o produto que cobre despesas médicas, extravio de bagagem e outros imprevistos durante uma viagem, seja dentro do Brasil ou no exterior. Em 2025, mais de 28,4 milhões de brasileiros viajaram para fora do país, mas menos de 3,05 milhões contrataram algum tipo de cobertura antes de embarcar, segundo estudo da Affinity Seguro Viagem com dados da Anac e da Susep.
Esse descompasso chama atenção porque um imprevisto médico fora do Brasil pode custar caro, e o seguro existe justamente para isso. Este guia explica o que ele cobre, quando é exigido, como agir numa emergência e como escolher o plano certo para a sua viagem.
A Amorim Horta Seguros cota seu seguro viagem com a Porto Seguro, mostrando as coberturas certas pro seu destino antes de você contratar.
O que é seguro viagem e o que ele cobre?
O seguro viagem é um contrato que garante assistência e reembolso de despesas em situações como emergência médica, extravio de bagagem e cancelamento de viagem. Segundo a Porto Seguro, a adesão ao seguro viagem cresceu 57% entre 2022 e 2025, reflexo direto do aumento no fluxo internacional de brasileiros.
As coberturas básicas costumam incluir despesas médicas e hospitalares em caso de acidente ou doença durante a viagem, atendimento odontológico de urgência e assistência em caso de extravio ou atraso de bagagem. Muitos planos também cobrem cancelamento ou interrupção de viagem por motivo justificado, como doença grave ou falecimento de familiar próximo, além de translado médico quando necessário.
Cada seguradora define seus próprios limites de cobertura e valores de indenização.
A Amorim Horta Seguros atua como corretora intermediária nessa contratação — quem assume o risco e paga as indenizações é a seguradora, no caso a Porto Seguro, parceira exclusiva da corretora nessa linha de produto. Nosso papel é comparar as opções disponíveis e explicar as condições antes de você decidir.
Entre as exclusões mais comuns estão acidentes durante a prática de esportes radicais sem contratação de cobertura específica, embriaguez comprovada e situações de guerra ou catástrofe natural no destino, dependendo da apólice. Ler as condições gerais antes de embarcar evita surpresa justamente na hora em que mais se precisa acionar o seguro.
Na prática da corretora, um erro comum é confundir seguro viagem com o plano de saúde usado no dia a dia em Sorocaba — a maioria dos convênios médicos nacionais não cobre absolutamente nada fora do país, nem em emergência.
Seguro viagem internacional ou nacional: qual a diferença?
A diferença entre seguro viagem internacional e nacional está principalmente no tipo de cobertura médica exigida e no valor de indenização. Do total arrecadado pelo setor em 2025, 94,26% veio de viagens internacionais — R$ 864,1 milhões dos R$ 916,7 milhões movimentados, segundo o mesmo estudo da Affinity Seguro Viagem.
Isso acontece porque, fora do Brasil, o viajante não tem acesso ao SUS nem à rede de convênio médico contratada aqui. Qualquer atendimento passa a ser particular, e os custos hospitalares em países como Estados Unidos e os da Europa costumam ser bem mais altos que os praticados no Brasil — uma internação simples pode custar o equivalente a vários salários mínimos.
Uma internação de poucos dias nos Estados Unidos, por exemplo, pode ultrapassar facilmente a casa das dezenas de milhares de dólares sem seguro — valor que dificilmente cabe no orçamento de uma viagem de lazer. É esse tipo de risco financeiro, mais do que o valor da própria apólice, que justifica a contratação mesmo em viagens curtas.
Já o seguro viagem nacional cobre riscos parecidos, mas normalmente com valores de cobertura médica menores, já que o viajante ainda tem acesso à rede de saúde brasileira.
Mesmo assim, ele continua sendo útil para cobrir bagagem extraviada, atraso de voo e cancelamento de viagem dentro do país.
É comum famílias de Sorocaba nos procurarem achando que só precisam de seguro viagem quando saem do Brasil. Mas quem viaja de carro para o litoral ou pega um voo doméstico para Minas Gerais também corre risco de imprevisto médico ou extravio de bagagem — o risco só muda de tamanho, não desaparece.
Seguro viagem é obrigatório para viajar? O caso do Espaço Schengen
O seguro viagem não é obrigatório para a maioria dos destinos, mas o Espaço Schengen exige apólice com cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas e hospitalares, conforme o Regulamento (CE) nº 810/2009 da União Europeia. Sem esse documento, o viajante pode ser barrado na imigração.
O Espaço Schengen reúne 29 países europeus com fronteiras internas abertas, entre eles França, Itália, Espanha, Portugal e Alemanha. A exigência vale para qualquer duração de viagem e para todas as idades, inclusive crianças e bebês, e a apólice precisa cobrir o período inteiro da estadia, sem brechas de data entre a entrada e a saída do território.
Outros destinos populares, como Estados Unidos e a maior parte da América do Sul, não exigem seguro viagem por lei.
Ainda assim, muitos consulados recomendam a contratação, e algumas companhias aéreas ou agências de câmbio pedem o comprovante como parte do processo de embarque ou da solicitação de visto — vale confirmar essa exigência específica do seu destino antes de comprar as passagens.
Além do Espaço Schengen, alguns países como Cuba e Equador também exigem comprovação de seguro viagem para entrada de turistas estrangeiros, incluindo brasileiros. As regras mudam com frequência, então vale confirmar a exigência específica do seu destino junto ao consulado ou embaixada antes de comprar as passagens, e não só no momento de fazer as malas.
O que fazer em caso de emergência ou sinistro durante a viagem?
Em caso de emergência médica ou outro imprevisto coberto pela apólice, o primeiro passo é acionar a central de assistência 24 horas informada no certificado do seguro, e não o hospital diretamente, salvo urgência grave. Mais de 25,3 milhões de brasileiros viajaram para fora do país sem nenhum tipo de cobertura em 2025, segundo a Affinity Seguro Viagem.
A central orienta sobre qual rede credenciada procurar, autoriza o atendimento e, em muitos casos, paga direto o prestador de serviço, sem o viajante precisar adiantar o valor total do próprio bolso. Guardar o número de contato da central salvo no celular, antes mesmo de embarcar, evita perda de tempo justamente no momento em que menos se quer resolver burocracia.
Para sinistros que exigem reembolso, como bagagem extraviada ou uma consulta paga por conta própria, é importante guardar notas fiscais, boletim de ocorrência quando aplicável, e qualquer comunicado da companhia aérea.
Esses documentos costumam ser exigidos pela seguradora para liberar o valor da indenização conforme os limites da apólice contratada.
A assistência 24 horas também costuma cobrir situações além de emergência médica, como orientação em caso de perda de documentos, apoio para localizar bagagem extraviada junto à companhia aérea e informações sobre a rede credenciada mais próxima em cidades que o viajante não conhece. Vale usar esse canal mesmo para dúvidas mais simples durante a viagem.
Já vimos aqui na corretora casos de clientes que só lembraram de acionar a assistência depois de já terem pago a consulta médica no exterior. O reembolso, quando existe previsão para isso na apólice, costuma ser mais lento e mais burocrático do que o atendimento direto pela rede credenciada — por isso vale sempre ligar primeiro.
Como escolher a cobertura certa de seguro viagem
Escolher a cobertura certa de seguro viagem depende do destino, da duração da viagem e do perfil de quem viaja. Segundo a Porto Seguro, o custo do seguro costuma representar entre 4% e 6% do valor total da viagem — uma referência útil para orçar o gasto junto com passagem e hospedagem.
Destinos com custo médico alto, como Estados Unidos, Canadá e países da Europa, pedem atenção especial ao valor de cobertura médica oferecido pelo plano. O mínimo exigido pelo Schengen, por exemplo, é só um piso regulatório, e nem sempre é suficiente para cobrir uma internação mais longa ou um procedimento mais complexo.
Quem pratica esportes de aventura, viaja com crianças pequenas ou tem alguma condição de saúde preexistente também deve conferir se essas situações têm cobertura.
Muitos planos básicos excluem ou limitam esses casos, e vale confirmar antes de fechar a contratação — não depois de precisar usar o seguro.
Quem viaja com frequência ao longo do ano pode considerar planos anuais, que cobrem várias viagens dentro de um período de 12 meses em vez de uma apólice nova para cada saída. Já famílias que viajam juntas costumam conseguir condições mais vantajosas cotando todos os integrantes numa única apólice, em vez de contratos separados por pessoa.
Na cotação, mostramos ao cliente as opções de cobertura da Porto Seguro lado a lado, explicando em linguagem simples o que muda entre um plano básico e um plano com cobertura médica mais alta, sem prometer qual é “o melhor” — isso depende do roteiro e do orçamento de cada um.
Perguntas frequentes sobre seguro viagem
Seguro viagem é obrigatório?
Não é obrigatório para todos os destinos, mas o Espaço Schengen exige cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas, conforme o Regulamento (CE) nº 810/2009. Fora desses casos, a contratação é recomendada, já que mais de 25,3 milhões de brasileiros viajaram sem seguro em 2025, segundo a Affinity Seguro Viagem.
O seguro viagem cobre doença preexistente?
Geralmente não, ou só com cobertura limitada — cada seguradora define suas próprias regras para condições de saúde já diagnosticadas antes da viagem. Como o setor de seguro viagem movimentou R$ 916,7 milhões em 2025, segundo a Affinity, vale conferir essas exclusões com atenção antes de contratar, principalmente quem tem tratamento em andamento.
Quanto custa o seguro viagem?
O valor varia conforme destino, duração da viagem e cobertura escolhida, mas costuma representar entre 4% e 6% do valor total da viagem, segundo dados da Porto Seguro. Viagens para destinos com custo médico alto, como Estados Unidos e Europa, tendem a ter planos um pouco mais caros que viagens dentro da América do Sul.
O seguro viagem cobre extravio de bagagem?
Sim, a cobertura de bagagem extraviada ou atrasada está incluída na maioria dos planos, com limite de indenização definido pela apólice contratada. A adesão ao seguro viagem cresceu 57% entre 2022 e 2025, segundo a Porto Seguro, o que tem ampliado o acesso a esse tipo de proteção entre viajantes brasileiros.
Quanto tempo antes da viagem preciso contratar o seguro?
O ideal é contratar assim que a viagem estiver confirmada, para já viajar protegido desde o primeiro dia. Ainda assim, é possível emitir a apólice até a véspera do embarque em muitos casos — mesmo com apenas 3,05 milhões de brasileiros tendo contratado seguro viagem em 2025, segundo a Affinity Seguro Viagem.
Se você mora em Sorocaba, Votorantim, Salto de Pirapora, Araçoiaba da Serra, Iperó, Porto Feliz, Itu, Mairinque ou Alumínio e está planejando uma viagem, a Amorim Horta Seguros pode te ajudar a entender qual cobertura faz sentido para o seu roteiro. Conheça as opções de seguro viagem sorocaba ou fale com a gente pelo nosso contato.
